quinta-feira, 9 de outubro de 2008

TEMPO OU LOKO




Tempo ou Loko é um orixá originário de Íwerè, região que fica ao leste de Oyó na Nigéria, tão importante que ele é um orixá (e os africanos a muito sabem disso).
Tem um dito que diz “O tempo dá, o tempo tira, o tempo passa e a folha vira”, muitas vezes precisamos que o tempo nos seja favorável, e outras não, quero dizer, precisamos de tempo curto ou longo, com o bom uso do tempo, muitas coisas se modificam, ou podemos modificar.Irôko tem um temperamento estável, de caráter firme e em alguns casos violento.
Na Nigéria, Irôko é cultuado numa árvore que tem o mesmo nome. Porém, no Brasil esta árvore foi substituída pela gameleira-branca que apresenta as mesmas características da árvore usada na África. É nesta árvore, a gameleira-branca, que fica acentuado o caráter reto e firme do orixá pois suas raízes são fortes, firmes e profundas.
Irôko foi associado ao vodun daomeano Loko dos negros de dinastia Jeje e ainda ao inkice Tempo, dos negros bantos.
Irôko, na verdade, é o orixá dos bosques nigerianos, onde lá na Nigéria é muito temido, porque como conta um itan, ninguém se atrevia a entrar num bosque sem antes reverenciá-lo. No Brasil, é nos pés da gameleira-branca que fica seu assentamento e também é ali que são oferecidas suas oferendas.
Sua cor é o branco e ainda usa palha da costa em sua vestimenta. Sua comida é o ajabó, o caruru, feijão fradinho, o deburu, o acaçá, o ebô e outras.
Em geral na frente das grandes casas de Candomblé, principalmente em Salvador, existe uma grande árvore com raízes que saem do chão, e são envoltas com um grande Alá (pano branco), este é Iroko, que é tido com árvore guardiã da casa de Candomblé pois ter esta árvore plantada no terreno da casa de Candomblé representa força e poder..
Este orixá é conhecido na angola como Maianga ou Maiongá.
LENDAS
IROKO CASTIGA A MÃE QUE NÃO LHE DÁ O FILHO PROMETIDO
No começo dos tempos, a primeira árvore plantada foi Irôco, mais antiga que o mogno, o pé de obi e o algodoeiro. Na mais velha das árvores de Irôco, morava seu espírito. E o espírito de Irôco era capaz de muitas mágicas e magias. Irôco assombrava todo mundo, assim se divertia. À noite saia com uma tocha na mão, assustando os caçadores. Quando não tinha o que fazer, brincava com as pedras que guardava nos ocos de seu tronco. Fazia muitas mágicas, para o bem e para o mal. Todos temiam Irôco e seus poderes e quem o olhasse de frente enlouquecia até a morte.
Numa certa época, nenhuma das mulheres da aldeia engravidava. Já não havia crianças pequenas no povoado e todos estavam desesperados. Foi então que as mulheres tiveram a idéia de recorrer aos mágicos poderes de Irôco. Juntaram-se em círculo ao redor da árvore sagrada, tendo o cuidado de manter as costas voltadas para o tronco. Não ousavam olhar para a grande planta face a face.
Suplicaram a Irôco, pediram a ele que lhes desse filhos. Ele quis logo saber o que teria em troca. As mulheres eram, em sua maioria, esposas de lavradores e prometeram a Iroko milho, inhame, frutas, cabritos e carneiros. Cada uma prometia o que o marido tinha para dar. Uma das suplicantes, chamada Olurombi, era a mulher do entalhador e seu marido não tinha nada daquilo para oferecer. Olurombi não sabia o que fazer e, no desespero, prometeu dar a Irôco o primeiro filho que tivesse.
Nove meses depois a aldeia alegrou-se com o choro de muitos recém-nascidos. As jovens mães, felizes e gratas, foram levar a Irôco suas prendas. Em torno do tronco de Irôco depositaram suas oferendas. Assim Irôco recebeu milho, inhame, frutas, cabritos e carneiros. Olurombi contou toda a história ao marido, mas não pôde cumprir sua promessa. Ela e o marido apegaram-se demais ao menino prometido. No dia da oferenda, Olurombi ficou de longe, segurando nos braços trêmulos, temerosa, o filhinho tão querido. E o tempo passou. Olurombi mantinha a criança longe da árvore e, assim, o menino crescia forte e sadio. Mas um belo dia, passava Olurombi pelas imediações do Irôco, entretida que estava, vindo do mercado, quando, no meio da estrada, bem na sua frente, saltou o temível espírito da árvore. Disse Irôco: “Tu me prometeste o menino e não cumpriste a palavra dada.
Transformo-te então num pássaro, para que vivas sempre aprisionada em minha copa.” E transformou Olurombi num pássaro e ele voou para a copa de Irôco para ali viver para sempre.
Olurombi nunca voltou para casa, e o entalhador a procurou, em vão, por toda parte. Ele mantinha o menino em casa, longe de todos. Todos os que passavam perto da árvore ouviam um pássaro que cantava, dizendo o nome de cada oferenda feita a Irôco. Até que um dia, quando o artesão passava perto dali, ele próprio escutou o tal pássaro, que cantava assim: “Uma prometeu milho e deu o milho; Outra prometeu inhame e trouxe inhames; Uma prometeu frutas e entregou as frutas; Outra deu o cabrito e outra, o carneiro, sempre conforme a promessa que foi feita. Só quem prometeu a criança não cumpriu o prometido.”
Ouvindo o relato de uma história que julgava esquecida, o marido de Olurombi entendeu tudo imediatamente. Sim, só podia ser Olurombi, enfeitiçada por Irôco. Ele tinha que salvar sua mulher!
Mas como, se amava tanto seu pequeno filho? Ele pensou e pensou e teve uma grande idéia. Foi à floresta, escolheu o mais belo lenho de Irôco, levou-o para casa e começou a entalhar. Da madeira entalhada fez uma cópia do rebento, o mais perfeito boneco que jamais havia esculpido.
O fez com os doces traços do filho, sempre alegre, sempre sorridente. Depois poliu e pintou o boneco com esmero, preparando-o com a água perfumada das ervas sagradas. Vestiu a figura de pau com as melhores roupas do menino e a enfeitou com ricas jóias de família e raros adornos. Quando pronto, ele levou o menino de pau a Irôco e o depositou aos pés da árvore sagrada. Irôco gostou muito do presente. Era o menino que ele tanto esperava! E o menino sorria sempre, sua expressão, de alegria.
Irôco apreciou sobremaneira o fato de que ele jamais se assustava quando seus olhos se cruzavam. Não fugia dele como os demais mortais, não gritava de pavor e nem lhe dava as costas, com medo de o olhar de frente. Irôco estava feliz. Embalando a criança, seu pequeno menino de pau, batia ritmadamente com os pés no solo e cantava animadamente. Tendo sido paga, enfim, a antiga promessa, Irôco devolveu a Olurombi a forma de mulher. Aliviada e feliz, ela voltou para casa, voltou para o marido artesão e para o filho, já crescido e enfim libertado da promessa. Alguns dias depois, os três levaram para Irôco muitas oferendas. Levaram ebós de milho, inhame, frutas, cabritos e carneiros, laços de tecido de estampas coloridas para adornar o tronco da árvore. Eram presentes oferecidos por todos os membros da aldeia, felizes e contentes com o retorno de Olurombi. Até hoje todos levam oferendas a Irôco. Porque Irôco dá o que as pessoas pedem. E todos dão para Irôco o prometido.
IROKO AJUDA A FEITICEIRA A VINGAR O FILHO MORTO
Irôco era um homem bonito e forte e tinha duas irmãs. Uma delas era Ajé, a feiticeira, a outra era Ogboí, que era uma mulher normal. Irôco e suas irmãs vieram juntos do Orun para habitar no Aiê. Irôco foi morar numa frondosa árvore e suas irmãs em casas comuns. Ogboí teve dez filhos e Ajé teve só um, um passarinho.
Um dia, quando Ogboí teve que se ausentar, deixou os dez filhos sob a guarda de Ajé. Ela cuidou bem das crianças até a volta da irmã. Mais tarde, quando Ajé teve também que viajar, deixou o filho pássaro com Ogboí. Foi então que os filhos de Ogbói pediram à mãe que queriam comer um passarinho. Ela lhes ofereceu uma galinha, mas eles, de olhos no primo, recusaram. Gritavam de fome, queriam comer, mas tinha que ser um pássaro. A mãe foi então foi a floresta caçar passarinhos, que seus filhos insistiam em comer. Na ausência da mãe, os filhos de Ogboí mataram, cozinharam e comeram o filho de Ajé. Quando Ajé voltou e se deu por conta da tragédia, partiu desesperada a procura de Irôco. Irôco a recebeu em sua árvore, onde mora até hoje. E de lá, Irôco vingou Ajé, lançando golpes sobre os filhos de Ogboí. Desesperada com a perda de metade de seus filhos e para evitar a morte dos demais, Ogoí ofereceu sacrifícios para o irmão Irôco. Deu-lhe um cabrito e outras coisas e mais um cabrito para Exú. Irôco aceitou o sacrifício e poupou os demais filhos.
IRÔCO ENGOLE A DEVOTA QUE NÃO CUMPRE A INTERDIÇÃO SEXUAL
Era uma vez uma mulher sem filhos, que ansiava desesperadamente por um herdeiro. Ela foi consultar o babalaô e o babalaô lhe disse como proceder: Ela deveria ir à árvore de Irôco e a oferecer um sacrifício, comidas e bebidas. Com panos vistosos ela fez laços e enfeitou o pé de Irôco. Aos seus pés depositou o seu ebó. Fez tudo como mandara o adivinho, mas de importante preceito ela se esqueceu. Ela deu tudo a Irôco, ou, quase tudo. Ela esqueceu que o babalaô mandara que nós três dias antes do ebó ela deixasse de ter relações sexuais. Só então, assim, com o corpo limpo, deveria entregar o ebó aos pés da árvore sagrada.
Irôco irritou-se com a ofensa, abriu uma grande boca em seu grosso tronco e engoliu quase totalmente a mulher, deixando de fora só os ombros e a cabeça. A mulher gritava feito louca por ajuda e toda a aldeia correu para o velho Irôco. Todos assistiam o desespero da mulher. O babalaô foi também até a árvore e fez seu jogo, e o jogo revelou sua ofensa, sua oferta com o corpo sujo. Mas a mulher estava arrependida e a grande árvore deixou que ela fosse libertada. Toda a aldeia ali reunida regozijou-se pela mulher. Todos cantaram e dançaram de alegria. Todos deram vivas a Irôco. Tempos depois a mulher percebeu que estava grávida e preparou novos laços de vistosos panos e enfeitou agradecida a planta imensa. Tudo ofereceu-lhe do melhor, antes resguardando-se para ter o corpo limpo. Quando nasceu o filho tão esperado, ela foi ao babalaô e ele leu o futuro da criança: deveria ser iniciada para Irôco. Assim foi feito e Irôco teve muitos devotos. E seu tronco está sempre enfeitado e aos seus pés não lhe faltam oferendas.

LOGUM EDÉ






Logum Edé à filho de Oxossi e de Oxum. É mulher durante seis meses, vivendo na água, e nos outros seis meses é homem, vivendo no mato, propicia a caça e a pesca. Quando em seu aspecto feminino, veste-se com saia cor-de-rosa, usa uma coroa de metal dourado (não o Adé das rainhas), um arco e uma flecha. Com seu aspecto masculino usa capacete de metal dourado, capangas, arco e flecha ou espada. Só se veste com cores claras. Sempre acompanha na dança Oxum e Oxossi.
Um Orixá essencialmente Ijexá (da Nigéria). Caçador e pescador. Sendo filho de Oxossi e Oxum, assume características de ambos. É dito que ele vive metade do ano nas matas - domínio do pai, comendo caça; e a outra metade nas águas doces - domínio da mãe, comendo peixe.
No Brasil tem numerosos adeptos.Logun-Edé, é o ponto de encontro entre os rios e florestas, as barrancas, beiras de rios, e também o vapor fino sobre as lagoas, que se espalha nos dias quentes pelas florestas. Logum Edé representa o encontro de naturezas distintas sem que ambas percam suas características. É filho de Oxossi Inlé com Oxum Yeyeponda. Assim, tornou-se o amado, doce e respeitado príncipe das matas e dos rios, e tudo que alimenta os homens, como as plantas, peixes e outros animais, sendo considerado então o dono da riqueza e da beleza masculina.
É considerado o príncipe dos orixás. Tem a astúcia dos caçadores e a paciência dos pescadores como principais virtudes.
Dizem os mitos que sendo Oxossi e Oxum extremamente vaidosos, não puderam viver juntos, pois competiam pelo prestígio e admiração das pessoas e terminaram separando-se. Ficou combinado entre eles que Logun-Edé viveria seis meses nas águas dos rios com Oxum e seis meses nas matas, com seu pai Oxossi. Ambos ensinariam a Logum Edé a natureza dos seus domínios. Ele seria poderoso e rico, além de belo.
No entanto, o hábito da espreita aprendido com seu pai, fez com que, um dia, curioso a respeito da beleza do corpo de sua mãe, de que tanto se falava nos reinos das águas, Logun-Edé vestindo-se de mulher fosse espiá-la no banho. Como Oxum estivesse vivendo seu romance com Xangô, tio de Logum Edé, e Xangô tivesse exigido como condição do casamento que ela se livrasse de Logum Edé, Oxum aproveitou a oportunidade para punir Logum Edé com sua transformação num orixá meji (hermafrodita) e abandoná-lo na beira do rio. Iansã o encontra, e fascinada pela beleza da criança leva Logum Edé para casa onde, juntamente com Ogum, passa a criá-lo e educá-lo.
Com Ogum Logun-Edé aprendeu a arte da guerra e da forja e com Iansã o amor à liberdade. Diz o mito que Logum Edé tinha tudo, menos amor das mulheres, pois mesmo Iansã, quando roubada de Ogum por Xangô, abandona Logum Edé com seu tio, criando assim um profundo antagonismo entre Xangô e Logum Edé, já que por duas vezes Xangô lhe tira a mãe.
Logum Edé nunca se casou, devido a seu caráter infantil e hermafrodita e sua companhia predileta é Ewá, que também vive, como ele, solitária e no limite de dois mundos diferentes.
Possui o conhecimento dos elementos da natureza, onde reinam seus pais, como florestas, matas, rios, cachoeiras, etc. Seu próprio domínio está situado nas margens de rios, córregos e cursos d’água em geral, desde que tenham vegetação, ou seja, o encontro dos dois reinados.
Na verdade, esse orixá tem livre acesso aos dois reinados, adquirindo o conhecimento de ambos. Consegue adaptar-se, com facilidade, aos mais diversos ambientes, agindo e comportando-se de diferentes formas, dependendo da situação.
Ele herdou, também, muitas das características de seus pais, como a habilidade de caçar e conseguir fortuna, o encanto e a beleza, bem como um grande conhecimento de feitiçaria, como sua mãe. Além desses atributos, é, também, responsável pela fertilização das terras, através da irrigação, contribuindo, assim, com a agricultura.
Esse orixá possui muita riqueza e sabedoria, não admitindo a imperfeição em suas oferendas e rituais. Tem aparência doce e calma, mas, quando contrariado, torna-se muito enfurecido.
Uma outra característica de Logum Edé é a de importar-se com o sofrimento dos outros, distribuindo riquezas e caças para os que não têm.




CARACTERÍSTICAS
COR
Azul Celeste com Amarelo
FIO DE CONTAS
Contas e Miçangas de Cristal Azul Celeste e Amarelo
ERVAS
As mesmas de Oxum e Oxossi
SÍMBOLO
Abebê e Ofá
PONTOS DA NATUREZA
Margens dos rios que ficam na mata.
FLORES
As mesmas de Oxum e Oxossi
ESSÊNCIAS
As mesmas de Oxum e Oxossi
PEDRAS
Turquesa, Topázio
METAL
Latão e Ouro
SAÚDE
problemas nos órgãos localizados na cabeça, problemas respiratórios
PLANETA
-
DIA DA SEMANA
quinta-feira e sábado
ELEMENTO
Água e Terra
CHAKRA
-
SAUDAÇÃO
Lossi Lossi Logum Edé
BEBIDA
As mesmas de Oxum e Oxossi
ANIMAIS
cavalo marinho
COMIDAS
As mesmas de Oxum e Oxossi
NUMERO
-
DATA COMEMORATIVA
19 de Abril
SINCRETISMO
santo expedito
INCOMPATIBILIDADES
Cor Vermelha ou Marrom, cabeça de bicho, abacaxi
ATRIBUIÇÕES
Dá alegria, sorte e beleza; protege os que trabalham com águas.



LENDAS DE LOGUM EDÉ
LOGUM EDÉ É SALVO DAS ÁGUAS :



Oxum proibiu Logum Edé de brincar nas águas fundas, pois os rios eram traiçoeiros para uma criança de sua idade. Mas Logum Edé era curioso e vaidoso como os pais. Logum Edé não obedecia à mãe. Um dia Logum Edé nadou rio adentro, para bem longe da margem. Obá, dona daquele rio, para vingar-se de Oxum, com quem mantinha antigas querelas, começou a afogar Logum Edé. Oxum ficou desesperada e pediu a Orumilá que lhe salvasse o filho, que a amparasse no seu desespero de mãe. Orumilá que sempre atendia à filha de Oxalá, retirou o príncipe das águas traiçoeiras e o trouxe de volta à terra. Então deu-lhe a missão de proteger os pescadores e a todos que vivessem das águas doces. Alguns dizem que Iansã foi quem retirou Logum Edé da água e terminou de criá-lo juntamente com Ogum.
LOGUM EDÉ - O ORIXÁ DA MAGIA E DA BOA SORTE
Estava Oxossi o rei da caça a caminhar por um lindo bosque em companhia de sua amada esposa Oxum, dona da beleza da riqueza e portadora dos segredos da maternidade.
Quando de seu passeio, foi avistado por Oxum um lindo menino que estava a beira do caminho a chorar, encontrando-se perdido. Oxum de pronto agrado, acolheu e amparou o garoto, onde surgiu nesse exato momento uma grande identificação, entre ele, Oxum e Oxossi. Durante muitos anos Oxum e Oxossi, cuidaram e protegeram-lhe, sendo que, Oxum procurou durante todo esse tempo a mãe do menino, porém sem sucesso, resolveu tê-lo como próprio filho. O tempo foi passando e Oxossi, vestiu o menino com roupas de caça e ornamentou-o com pele de animais, proveniente de suas caçadas. Ensinou a arte da caça, de como manejar e empunhar o arco e a flecha, ensinou os princípios da fraternidade para com as pessoas e o dom do plantio e da colheita, ensinou a ser audaz e a ter paciência, a arte e a leveza, a astúcia e a destreza, provenientes de um verdadeiro caçador. Oxum por sua fez, ensinou ao garoto o dom da beleza, o dom da elegância e da vaidade, ensinou a arte da feitiçaria, o poder da sedução, a viver e sobreviver sobre o mundo das águas doces, ensinou seus segredos e mistérios. Foi batizado por sua mãe e por seu pai de Logum Edé, o príncipe das matas e o caçador sobre as águas. Viveu durante anos sobre a proteção de pai e mãe, tornando-se um só, aprendendo a ser homem, justo e bondoso, herdando a riqueza de Oxum e a fartura de Oxossi, adquirindo princípios de um e de outro, tornando-se herdeiro até nos dias de hoje de tudo que seu pai Oxossi carrega e sua mãe Oxum leva. Esse é Logum Edé.
LOGUM EDÉ GANHA DOMÍNIO DADO POR OLORUM
No início dos tempos, cada orixá dominava um elemento da natureza, não permitindo que nada, nem ninguém, o invadisse. Guardavam sua sabedoria como a um tesouro. É nesse contexto que vivia a mãe das água doces, Oxum, e o grande caçador Oxossi. Esses dois orixás constantemente discutiam sobre os limites de seus respectivos reinados, que eram muito próximos. Oxossi ficava extremamente irritado quando o volume das águas aumentavam e transbordavam de seus recipientes naturais, fazendo alagar toda a floresta.
Oxum argumentava, junto a ele, que sua água era necessária à irrigação e fertilização da terra, missão que recebera de Olorum. Oxossi não lhe dava ouvidos, dizendo que sua caça iria desaparecer com a inundação. Olorum resolveu intervir nessa guerra, separando bruscamente esses reinados, para tentar apaziguá-los. A floresta de Oxossi logo começou a sentir os efeitos da ausência das águas. A vegetação, que era exuberante, começou a secar, pois a terra não era mais fértil. Os animais não conseguiam encontrar comida e faltava água para beber. A mata estava morrendo e as caças tornavam-se cada vez mais raras. Oxossi não se desesperou, achando que poderia encontrar alimento em outro lugar. Oxum, por sua vez, sentia-se muito só, sem a companhia das plantas e dos animais da floresta, mas também não se abalava, pois ainda podia contar com a companhia de seus filhos peixes para confortá-la.
Oxossi andou pelas matas e florestas da Terra, mas não conseguia encontrar caça em lugar algum. Em todos os lugares encontrava o mesmo cenário desolador. A floresta estava morrendo e ele não podia fazer nada. Desesperado, foi até Olorum pedir ajuda para salvar seu reinado, que estava definhando. O maior sábio de todos explicou-lhe que a falta d’água estava matando a floresta, mas não poderia ajudá-lo, pois o que fez foi necessário para acabar com a guerra. A única salvação era a reconciliação. Oxossi, então, colocou seu orgulho de lado e foi procurar Oxum, propondo a ela uma trégua. Como era de costume, ela não aceitou a proposta na primeira tentativa. Oxum queria que Oxossi se desculpasse, reconhecendo suas qualidades. Ele, então, compreendeu que seus reinos não poderiam sobreviver separados, unindo-se novamente, com a benção de Olorum.
Dessa união nasceu um novo orixá, um orixá príncipe, Logum Edé, que iria consolidar esse “casamento”, bem como abrandar os ímpetos de seus pais. Logum Edé sempre ficou entre os dois, fixando-se nas margens das águas, onde havia uma vegetação abundante. Sua intervenção era importante para evitar as cheias, bem como a estiagem prolongada. Ele procurava manter o equilíbrio da natureza, agindo sempre da melhor maneira para estabelecer a paz e a fertilidade. Conta uma outra lenda que as terras e as águas estavam no mesmo nível, não havendo limites definidos. Logum Edé, que transitava livremente por esses dois domínios, sempre tropeçava quando passava de um reinado para o outro. Esses acidentes deixavam Logum Edé muito irritado. Um dia, após ter ficado seis meses vivendo na água, tentou fazer a transição para o reinado de seu pai, mas não conseguiu, pois a terra estava muito escorregadia. Voltou, então, para o fundo do rio, onde começou a cavar freneticamente, com a intenção de suavizar a passagem da água para a terra. Com essa escavação, machucou suas mãos, pés e cabeça, mas conseguiu fazer uma passagem, que tornou mais fácil sua transição. Logum Edé criou, assim, as margens dos rios e córregos, onde passou a dominar. Por esse motivo, suas oferendas são bem aceitas nesse local.
LOGUM EDÉ ROUBA SEGREDOS DE OXALÁ
Logum Edé era um caçador solitário e infeliz, mas orgulhoso. Era um caçador pretensioso e ganancioso, e muitos os bajulavam pela sua formosura. Um dia Oxalá conheceu Logum Edé e o levou para viver em sua casa sob sua proteção. Deu a ele companhia, sabedoria e compreensão. Mas Logum Edé queria mais, queria muito mais…
E roubou alguns segredos de Oxalá. Segredos que Oxalá deixara à mostra, confiando na honestidade de Logum Edé. O caçador guardou seu furto num embornal a tiracolo, seu adô. Deu as costas a Oxalá e fugiu. Não tardou para Oxalá dar-se conta da traição do caçador que levara seus segredos. Oxalá fez todos os sacrifícios que cabia oferecer e muito calmamente sentenciou que toda a vez que Logum Edé usasse um dos seus segredos todos haveriam de dizer sobre o prodígio:
“Que maravilha o milagre de Oxalá!”. Toda a vez que usasse seus segredos alguma arte não roubada ia faltar.
Oxalá imaginou o caçador sendo castigado e compreendeu que era pequena a pena imposta. O caçador era presumido e ganancioso, acostumado a angariar bajulação. Oxalá determinou que Logum Edé fosse homem num período e no outro depois fosse mulher. Nunca haveria assim de ser completo. Parte do tempo habitaria a floresta vivendo de caça, e noutro tempo, no rio, comendo peixe. Começar sempre de novo era sua sina. Mas a sentença era ainda nada para o tamanho do orgulho de Logum Edé. Para que o castigo durasse a eternidade, Oxalá fez de Logum Edé um orixá.

EWÁ


Também conhecida como Ìyá Wa. Assim como Iemanjá e Oxum, também é uma divindade feminina das águas e, às vezes, associada à fecundidade. É reverenciada como a dona do mundo e dona dos horizontes. Em algumas lendas aparece como a esposa de Oxumarê e pertencendo a ela a faixa branca do arco-íris, em outras como esposa de Obaluaiê ou Omulu.
Ewá é a divindade do rio Yewa. Na Bahia é cultuada somente em três casas antigas, devido à complexidade de seu ritual. As gerações mais novas não captaram conhecimentos necessários para a realização do seu ritual, daí se ver, constantemente, alguém dizer que fez uma obrigação para Ewá, quando na realidade o que foi feito é o que se faz normalmente para Oxum ou Iansã.
O desconhecimento começa com as coisas mais simples como a roupa que veste, as armas e insígnias que segura e os cânticos e danças, isso quando não dizem que Ewá é a mesma coisa que Oxum, Iansã e Iemanjá.
Orixá que protege as virgens e tudo que é inexplorável. Ewá tem o poder da vidência, Sra. Do céu estrelado rainha dos cosmos. Ela está o lugar onde o homem não alcança.
Seu símbolo é o arpão, pode também carregar um ofá dourado, uma espingarda ou uma serpente de metal. Às vezes, Ewá é considerada a metade mulher de Oxumarê, a faixa branca do arco-íris. Ela é representada também pelo raio do sol, pela neve.
As palmeiras com folhas em leque também simbolizam Ewá - exótica, bela, única e múltipla.
Na verdade ela mantém fundamentos em comum com Oxumarê, inclusive dançam juntos, mas não se sabe ao certo se seria a porção feminina, sua esposa ou filha.
Quando cultuada na nação Keto, Ewá dança, ilu, hamunha e aguerê, Na cultura jêje, onde suas danças são impressionantes, prefere o bravun e o sató e dança acompanhada de Oxumare, Omolu e Nanã.
Nas festas de Olubajé, Ewá não pode ser esquecida, deve receber seus sacrifícios, e no banquete não pode faltar uma de suas comidas favoritas; banana-da-terra frita em azeite.


CARACTERÍSTICAS
COR:
Carmim
FIO DE CONTAS:
-
ERVAS:
Arrozinho, baronesa (alga ), golfão.
SÍMBOLO:
Arpão
PONTOS DA NATUREZA:
Linha do Horizonte. (Recebe oferendas em rios e lagos).
FLORES:
flores brancas e vermelhas
ESSÊNCIAS:
-
PEDRAS:
-
METAL:
Ouro, prata e cobre
SAÚDE:
problemas respiratórios e intestinais
PLANETA:
-
DIA DA SEMANA:
Sábado
ELEMENTO:
Água
CHAKRA:
-
SAUDAÇÃO:
Hihó (Rirró)
BEBIDA:
Champanhe
ANIMAIS:
Sabiá
COMIDAS:
Banana inteira feita em azeite de dendê com farofa do mesmo azeite (milho com coco, batata doce, canjiquinha)
NUMERO:
-
DATA COMEMORATIVA:
13 de dezembro
SINCRETISMO:
Nossa Senhora das Neves
INCOMPATIBILIDADES:
Galinha, Aranha, Teia-de-aranha

ATRIBUIÇÕES
Limpa o ambiente, traz harmonia, alegria e beleza


LENDAS DE EWÁ
PORQUE EWÁ NÃO ACEITA GALINHA


Ewá, certa vez indo para o rio lavar roupa, ao acabar, estendeu-a para secar. Nesse espaço veio a galinha e ciscou, com os pés, toda sujeira que se encontrava no local, para cima da roupa lavada, tendo Ewá que tornar a lavar. Enraivecida, amaldiçoou a galinha, dizendo que daquele dia em diante haveria de ficar com os pés espalmados e que nem ela nem seus filhos haveriam de comê-la, daí, durante os rituais de Ewá, galinha não passar nem pela porta.
EWÁ - ORIXÁ DOS HORIZONTES E FONTES!
Conta-se uma lenda, que Ewá era esposa de Omulu, e era estéril, não podendo conceder um filho ao seu grande amado, sofrendo muito por isso.
Em uma bela tarde, a dona dos horizontes, estava-se a deleitar as margens de um rio, juntamente com suas serviçais que lavavam vários alás (panos brancos). De repente, surge de dentro da floresta a figura de uma pessoa, que corria muito e muito assustado.
- Como ousas interromper o deleite da mulher de Omulu, quem é você ? indagou Ewá, sobre a irreverência do rapaz.
- Ewá ! não era minha intenção interromper tão sagrado ato, oh! esposa de Obaluaiê! Porém Ikú (a morte), persegue-me a vários dias e preciso escapar dela, pois tenho ainda um grande destino a seguir. Peço sua ajuda Ewá, peço que me escondas para que Ikú não me pegue ?!
- Gostei de você e vou ajudá-lo, esconda-se sobre os alás que minhas serviçais estão a lavar, e eu despistarei Ikú de seu caminho.
E assim foi feito, o jovem rapaz pôs a se esconder sobre os panos brancos.
Alguns minutos se passaram, e eis que aparece Ikú. A morte !- Como ousas adentrar aos domínios de minha morada, quem és tu ? PerguntaEwá com ar de indignada.
- Sou Ikú, e entro onde as pessoas menos esperam, entro e carrego comigo, dezenas, centenas e até milhares de pessoas ! Porém hoje estou a procurar um jovem rapaz, que esta a me escapar a dias, você o viu passar por aqui ?
Perguntou Ikú para Ewá.
- Eu o vi sim Ikú, ele foi naquela direção. - Ewá apontava para um direção totalmente oposta ao das suas aldeãs, que estavam a esconder o jovem rapaz. Ikú agradeceu e seguiu pelo caminho indicado. Sendo assim, o rapaz pode se desfazer de seu esconderijo e agradeceu Ewá.
- Ewá, agradeço sua ajuda, terei tempo agora, de prosseguir meu caminho. Sou um grande adivinho, e em sinal de minha gratidão, a partir de hoje presenteio-lhe com o dom da adivinhação. Ewá, agradeceu o presente dado pelo rapaz, que já havia se virado para ir embora, quando retornou e falou a Ewá.
- Sim eu sei, você não pode ter filhos, pois lhe dou isso também, a partir de hoje poderá ter filhos e alegrar ao seu marido.
Então Ewá, agradeceu novamente muito contente e perguntou ao jovem rapaz.
- Qual é seu nome ?
E o rapaz respondeu…
- Meu nome é Ifá !

o significados dos formatos das velas




Pirâmide:
realizações, matérias.


Lua:
(Meia Lua) Representa a água. E relacionado aos sonhos e à Lua. Serve para acentuar sua energia intuitiva.


Cone - Triangulares - hexagonais:
Quando apresentam ângulos muito marcados geram uma energia de luta e combate. Pode-se usar para vencer uma concorrência ou para superar o outro em uma disputa comercial ou judicial. As triangulares simbolizam o equilíbrio dos três planos: Físico, emocional e espiritual.


Velas Cônicas:
São voltadas para cima e geram a sensação de superação dos limites. O desejo de elevação do homem, sua comunicação com o cosmos. Seu crescimento, orientação e purificação espiritual.


Velas Quadradas:
Simbolizam estabilidade de teor material, usada quando buscamos cimentar algo prático e objetivo. Agrega solidez e força. Seus lados iguais representam os quatro elementos:Terra, Água, Fogo, Ar.


Velas em Estrela de Cinco Pontas:
É o símbolo do homem preso na matéria. Representa o carma.


Velas Redondas:
Simbolizam mudança. E a energia mais pura do astral que só a mente superior alcança. Serve para revigorar uma situação que se encontra adormecida. Uma carga de energia.


Velas espiraladas:
Quando se busca maior objetividade em assunto em que a fantasia está mesclada com a realidade. As que apresentam a forma de caracol são usadas para claridade mental esabedoria interior.


Velas de mel:
Sugerem doçura e harmonia. Indicadas para cumprir desejos de sintonia de casal e para criar bons laços de trabalho.


Velas com símbolos orientais:
Quase todos eles são indicados para a prosperidade, sabedoria, saúde, paz e amor. Enquanto se queimam, vão ativando distintos símbolos ou setores de nossa vida.


Velas Flutuantes:
Somente se utilizam para propósitos sentimentais. Devem ser acesas durante à tarde buscando a energia solar. Para acendê-las à noite, basta colocar o recipiente com a água em pleno sol por cerca de duas horas.

~os significados das cores das velas~


Amarelo:
Simboliza a energia solar, ação, inspiração e mudanças súbitas. É a vela da comunicação, do Intelecto, da criatividade. Estimula a inteligência, aguça a sabedoria e amplia os horizontes intelectuais. Ela ajuda a vencer a timidez e favorece as relações sociais. Intensifica a agilidade mental, e a capacidade de entendimento. Representa a ordem, o raciocínio e a lógica. Usadas também em confidência, atração, charme, persuasão, aprendizagem ou para quebrar bloqueios mentais. Protege especialmente os pulmões e os brônquios, a respiração. Também ajuda na cura de doenças psicossomáticas. Dia da semana Quarta-Feira.


Dourado:
Ativa a compreensão e atrai as influências dos poderes cósmicos;beneficia rituais para atrair dinheiro ou sorte rapidamente. Simboliza aenergia solar. Poderes divinos masculinos, feitiços e rituais para retirar a negatividade, encorajar, estabilidade e atrair as influências do poder masculino. Poderes solaresDia da semana Quarta-Feira.


Azul:
Vela da Água, protecção no reino astral, paz, calma. Quando o azul é mais profundo, representa o prazer de viver e tudo aquilo que nos desperta gosto pela vida. Ela estimula a sensualidade, a auto-estima e induz à conquista amorosa. Ajuda a realizar bons negócios, trazendo dinheiro e riqueza matérial.Quando se necessita de harmonia, luz, paz, sonhos, saúde, quando envolva honra, bondade, tranqüilidade, verdade, conhecimento, proteção durante o sono, estabilidade, harmonia domestica e paciência.Ela protege a garganta, a laringe, a faringe, a tireóide, a língua, as cordas vocais e a fala, o paladar,. Dia da semana Quinta-Feira.


Índigo:
Cor espiritual de meditação traz paz e tranqüilidade.Cor da inércia, para parar pessoas ou situações; use em rituais que requeira um elevado estado de meditação; neutraliza a magia lançada por alguém, quebra maldições, mentira ou competição indesejada. Equilibra o karma. Energia de Saturno. Dia da semana Quinta-feira. Azul Royal:
Promove alegria e jovialidade; use para atrair a energia deJúpiter ou para qualquer energia que você queira potencializar.Dia da semana Quinta-Feira.


Azul Claro:
Azul claro, desperta interiorização, tranqüilidade, paz e harmonização. Abre as portas do mundo oculto, tornando fácil a comunicação astral. Ótima na luta contra o medo. É a vela da Água, da proteção no reino astral, paz, calma. Esta cor ajuda nas meditações e inspiração; traz paz tranqüilidade para casa. Erradia a energia do signo de AquárioDia da semana Quinta-Feira.


Laranja:
Sua cor representa o Sol e deve ser utilizada para agradecimento a Deus, e alcançar metas profissionais. Com ela é incentiva a criatividade, as atividades artísticas, desportivas, a atração, motivação, energia mental, claridade de pensamento, harmonia, expansão, felicidade e adaptabilidade. E revitalizadora das energias de todo o organismo, ajuda a proteger e restabelecer o coração, a coluna vertebral, o baço, o duodeno, a vista e a fertilidade.Para receber a luz, espiritualizar-se e aumentar o poder mental.Dia da semana terça feira.


Branca:
A vela branca é inspiração para a evolução espiritual e a elevação da consciência. Branco é a união de todas as cores, é representação da pureza e da paz. Ligada aos chakras superiores, serve ao despertar da pureza essencial do homem. A vela branca representa a grande Deusa ( a mãe), sendo excelente para despertar e fortalecer a imaginação, a criatividade e a fertilidade. Facilita a meditação, o alto astral e a busca da energia lunar. Protege as crianças desde o útero materno até os oito anos. Reforça os laços familiares, representando a harmonia e pureza no lar. Ela purifica todo o organismo. É a vela dos seres do ar: silfos, gênios do ar, meigas dos ventosDia da semana Quarta-feira.


Marrom:
Vela da terra, paz em casa, energia animal, seres da terra: gnomos, duendes, seres das florestas. Feitiços para localizar coisas perdidas, para melhorar os poderes de concentração e telepatia, proteção de familiares e animais domésticos, equilíbrio, para rituais de força material; elimina a indecisão, atrai o poder da concentração, estudo, telepatia, sucesso financeiro. Dia da semana Quarta - feira.


Preta:
A vela preta deve ser utilizada somente em rituais esotéricos e por um iniciado, pois ele saberá exatamente que tipo de forças está atraindo.Pois abre os profundos níveis do inconsciente, usa-se em rituais para induzir a um estado de meditação profunda, para afastar as energias negativas, a discórdia, confusão e perdas. Afastar mau-olhado, limpar a negatividad.Atrai a energia de Saturno.A cor preta atrai para si praticamente qualquer coisa, isso se aplica as velas e também as roupas. Dia da semana Sábado.


Rosa:
Se o tipo de auxilio objetivar os relacionamentos afetivos, favorece o romance, a amizade, feminilidade, honra, o despertar Espiritual, harmonia. Cura de Espírito e Comunhão.Para encontrar a alma gêmea, e sempre que desejar dirigir bons fluidos a alguém.Pode também favorecer, a proximidade com outra pessoa .Por estar muito ligada às forças do coração, esta vela atrai seres e forças ligados a este plano sutil. A vela rosa simboliza o amor incondicional e as relações regidas por afeto intenso. Provoca a atração e desperta à sensibilidade e os sentimentos nobres e puros. Evita a depressão.Dia da semana: qualquer dia.


Púrpura ou Roxa:
Ideal para aumentar seu poder e força espiritual.Favorece a liberdade e tem o poder de transmutar o ódio em amorou transformar o negativo em positivo.Violeta é a cor da espiritualidade e a cor de Saint Germain, mestre ascensionado da Chama Violeta que auxilia na queima do karma. Ligada ao chakra do fogo, ajuda na purificação de nosso ser. Ela aumenta a nossa capacidade de sacrifício e a perseverança. Esta vela simboliza as manifestações psíquicas, cura, poder, sucesso idealismo, progresso, proteção, afastamento do mal, contato com entidades astrais, energia de Netuno.Auxilia para que as pessoas se livrem de diversos tipos de vícios: cigarro, álcool, drogas, fármacos e as depressões suicidas induzidas por este tipo de dependência.Realização de desejos íntimosDia da semana quarta-feira.


Verde:
Vela da Terra, energia do dinheiro, agricultura, saúde, tempo. Feitiços que envolvem fertilidade, sucesso, sorte, prosperidade,rejuvenescimento, dinheiro, ambição, saúde, finanças, cura, crescimento,abundancia, generosidade, casamento, equilíbrio e harmonia.Acender para invocar , fartura, ajuda na realização de nossos sonhos e metas.É a vela que desperta a vitalidade sendo aconselhável acendê-la quando nos sentimos exauridos e esgotados.Esta ligada ao mundo material, o verde é a cor da natureza.Simboliza a constância, a responsabilidade, a perseverança, a longevidade, o êxito na profissão, a sabedoria e a transcendência.Atrai amor, fertilidade e relação social. Protege os idosos e ajuda a evitar as doenças senis.Dia da semana Sexta-feira.


Verde Esmeralda:
Importante componente num ritual venusiano; atrai amor, fertilidade e relação social. Dia da semana Sexta-feira.


Verde Escuro:
Cor ambição cobiça, inveja e ciúme; coloca as influenciasdessas forças em um ritual. Dia da semana Sexta-feira.


Vermelho:
Ligada à beleza física e à sensualidade. A vela vermelha nos concede autoridade, vitalidade e paixão. É chamada também de vela do fogo, da paixão, do amor. É a mais utilizada em magias ciganas. Ela nos protege de acidentes e de situações de violência e perigo físico. A para a proteção de parentes e amigos. Traz vitalidade a todo o corpo. Ajuda a conectar com o chakra básico e com as forças terrestres. Vela importante quando queremos nos conectar com seres e forças do plano material e com relação a problema jurídico. É utilizada para pedir a fertilidade, força, coragem, vontade, e o aumento do magnetismo em um ritual.Energia dos signos de aries e escorpião. Não deve ser usada superficialmente nem para problemas de saúde.Dia da semana Quarta-feira.


Cinza:
Cor neutra; ajuda a meditação; na magia, esta cor simboliza confusão,mais também neutraliza as forças negativas. Dia da semana Sábado.
Prateado ou Cinza Claro:
Magia da Lua, vela que atrai a energia da Grande Mãe. Feitiços que atraem o poder de influências cósmicas, rituais de honra , remove a negatividade e encoraja a estabilidade. Ajuda a desenvolver as habilidades psíquicas, ajuda na meditação, na magia. Esta cor simboliza confusão, mais também neutraliza as forças negativas fazendo a limpeza astral , a purificação. Vitória, meditação, poderes divino feminino.Dia da semana Sábado.


Velas Flocadas ( varias cores)
Quando são de sete ou oito cores servem para harmonizar todos os chackas, atuando como um limpador e energizante de todos os centros de energia.Pode-se usar qualquer dia.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

OS INCENSOS E OS SIGNOS


Áries: mirra ou cipreste, almíscar, angélica, ópium, rosa musgosa, alecrim.
Touro: sândalo, camomila, arruda, orquídea.
Gêmeos: canela, âmbar, indiano e eucalipto.
Câncer: cânfora, jasmim, maça rosada.
Leão: amor perfeito, cedro, lótus, rosa branca, sândalo vermelho.
Virgem: canela, cravo da índia, rosa musgosa, angélica, benjoim.
Libra: eucalipto, calêndula, cedro, jasmim, orquídea.
Escorpião: almíscar canforado, flor do campo, lótus.
Sagitário: alfazema, alecrim, sândalo amarelo.
Capricórnio: arruda, benjoim, cravo da índia, sândalo vermelho.
Aquário: cedro, flores do campo, eucalipto, rosa branca.
Peixes: cânfora, jasmim, mirra, opium, sândalo amarelo.

FESTA DA DONA PADILHA ...




E AS ROSAS VERMELHAS QUE NAO PODIA FALTA NÉ !!!


NOSSOS SABONETES QUE A BETH FAZ ENCOMENDE O SEU ...



A POLTRANA DELA QUE LINDA




AXE DA DONA PADILHA ESTAVA UMA DELICIA...

 
©2007 '' Por Elke di Barros